sexta-feira, 27 de abril de 2012

DELEGADO CAVALCANTE ANUNCIA PROJETO DE INDICAÇÃO PARA RÁDIOS COMUNITÁRIAS





     Hoje, 27 de Abril, o Deputado Delegado Cavalcante ( presidente da Comissão de Defesa Social ) apresentou um projeto de indicação na Assembleia Legislativa pautado na necessidade de uma nova lei para as Rádios Comunitárias no tocante de oferecer mais cultura e promoção social. 

     O projeto é incentivado por meio de destinação de  parte da verba de publicidade do Governo do Estado, sendo assim, revestido para a formação do cidadão através dos  diversos meios. ( TVs Jornais e Rádios comunitárias ).
     “O projeto visa despertar para promoção social/cultural do homem, haja vista a penetração que as rádios comunitárias têm em todo o nosso Estado. Precisamos transformar estes meios em canais de formação para a população”. Frisou o parlamentar.
     A Audiência contou ainda com a participação de várias autoridades da radidifusão como Dona Rosa Gonçalves, conselheira da Associação Mundial de Rádios Comunitárias (Amarc) que lembrou que as Rádios comunitárias são ainda meios discriminados e precisam urgente de uma lei que resolva as reais necessidades do meio. A presidente da Amarc, a chilena Maria Pía Matta, que salientou a importância social das rádios comunitárias na formação de opinião e progresso social de um determinado lugar. A coordenadora Legislativa da Amarc, Taís Ladeira, lembrou a luta para a modificação da Lei Federal ( 9.612 de 19 de fevereiro de 1998 ) que não permite a prática comercial em rádios comunitárias. O debate foi ainda enriquecido com a presença de várias representantes de Rádios comunitárias do todo o  Estado.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

#PRESERVE



     Preserve o meio ambiente, preserve a sua Casa! 
     Presente a água, a natureza, preserve a Vida.

     Durante toda semana chamaremos a atenção dos amigos  para uma realidade em nosso cotidiano, o desperdício. 


     Hoje usamos a desculpa de não termos tempo para prestar atenção nas coisas pequenas e assim vamos agindo, sem sequer notarmos, de forma equivocada. Seja no carro quando jogamos lixo pela janela, seja no trabalho com o uso desenfreado dos descartáveis, seja em casa com o desperdício de água.
O segredo é cada um fazer a sua parte em prol de um objetivo comum, a sustentabilidade, a preservação do tão sofrido meio ambiente.

     Vamos monitorar os desperdícios. A mudança começa por você!

     #Preserve


sexta-feira, 20 de abril de 2012

Cavalcante diz que disputa no Interior usa sindicato como política partidária. 



     Os professores têm reivindicações sérias, informações relevantes. Por isso, eu não vou aceitar que se faça política partidária botando de fachada alguns professores para promover candidato. Misturar política eleitoral com reivindicação de classes, nunca deu em nada” 

       Utilizar-se de movimento sindical como rótulo para campanha política não é interessante. Meu gabinete está de portas abertas para discutirmos estas questões, que, inclusive é um debate sério, mas pegar carona com uma manifestação sindical para auto-promoção eleitoral, não podemos aceitar. Reiterou. 


     A política na Morada Nova está é calma, mas não vamos entrar em jogo de fofoca, porém, não ficaremos calados. Morada Nova está cansada de política partidária, quer promoção? Vamos trabalhar, cair em campo, ir a luta, conquistar tudo com trabalho. 


segunda-feira, 16 de abril de 2012

Especialistas debatem segurança pública na Assembleia




     A Conferência foi presidida pelo Deputado Cavalcante, e tratou acerca dos problemas que a Polícia Estadual tem no tocante ao seu funcionamento, haja vista que o próprio Estado, bem como a Carta Magna, não fomenta e regula de forma precisa a atividade.

     Inicialmente, foi explanada pela Professora Jacqueline de Oliveira Muniz, a ausência de Pacto Federativo para a Segurança Pública, o que caracteriza a Polícia como sendo emancipada.

     É sabido que a discricionariedade e a proporcionalidade são atributos necessários para o exercício do Poder de Polícia. Ocorre que, no Estado do Ceará, segundo a professora, os atributos não são seguidos de maneira rigorosa, e, por conta disso, há receios no tocante a atuação policial.

     Governabilidade, discricionariedade e autonomização. Uma vez tendo sido preenchido estes três requisitos essenciais dos meios de força, obtém-se uma polícia qualificada. Contudo, não é assim.

     O código penal rege as leis ‘pós-fato’, quais sejam tipificações que já sucederam o momento do delito. A polícia é responsável por evitar que tal delito se consuma.

     Ocorre que a polícia acaba, por ocultação total, ou por explicitação total, permitindo práticas policiais corruptas, violentas e discriminatórias.

     Relações baseadas em confiança e consentimento, dentro da Corporação, acabam por estragar a eficiência do serviço público, uma vez que se baseia em sentimentos, e não em razão prática.

     É necessário que haja link entre estratégia, logística, política e tática. Sem isso, obtemos um serviço de má qualidade, exatamente como o que presenciamos todos os dias nas ruas.

     Espera-se que o quadro se reverta, seja por novas medidas a serem adotadas, seja por políticas públicas de qualidade. Perpetuar em um erro é coisa absurda em se tratando dos tempos atuais, da era da informação.

     Ah, e lembrando, a Copa do Mundo vem aí...

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Delegado Cavalcante elogia projeto que reajusta salário de delegados.





     O deputado Delegado Cavalcante (PDT) destacou, em pronunciamento na Assembleia Legislativa nesta quinta-feira (12/04), a votação do projeto de lei que concederá reajuste salarial para os delegados da  Policia Civil do Estado. Segundo ele, a categoria exerce um trabalho essencial para a sociedade, arriscando a própria vida e, às vezes, até tombando no cumprimento da missão. O parlamentar frisou ainda que, apesar dos riscos, é uma carreira profissional gratificante.
     Para Cavalcante, o resultado foi conseguido porque houve articulação. Segundo ele, o confronto não traz resultados positivos para a categoria, mas, por meio de um trabalho articulado, foi conseguido o reajuste, que será votado hoje. O deputado fez um histórico de reivindicações que ele encabeçou na Assembleia Legislativa, mostrando as vitórias alcançadas. “Muitas coisas que conseguimos aqui para a Polícia Civil e para a PM foram arrancadas a ferro”, salientou.

     De acordo com o deputado, houve perseguição política a ele, durante o Governo Lúcio Alcântara. Por isso não retornou para a Assembleia na eleição seguinte, perdendo o mandato por pouco mais de mil votos. “Eu tinha reeleição garantida e fui perseguido. Emissoras de rádio foram compradas e os meus colégios foram minados”, afirmou.

     Ele parabenizou ainda a classe, que vai ser beneficiada com o reajuste que irá equiparar os delegados da Polícia Civil aos defensores públicos. “É um presente grande, motivando toda a categoria dos policiais civis. Nasce um novo estímulo no coração desses homens e dessas mulheres que realizam este grande trabalho”, ressaltou.
     O deputado esclareceu que está ainda tramitando na Casa projeto de lei que coloca os delegados de polícia na carreira jurídica. “Fui chamado de corporativista, e de estar querendo somente o aumento do próprio salário, mas conheço bem o trabalho e o risco de vida que estes homens e mulheres realizam. É uma profissão divina e digna que merece uma boa remuneração”, acentuou.
Em aparte, o deputado Ferreira Aragão (PDT) disse que conhece de perto a vida de cada delegado. Por isso irá dar um voto com prazer para a aprovação do reajuste da categoria. “Também quero pedir mais apoio para os delegados e mais estrutura nas delegacias, para que todos façam um trabalho ainda melhor do que vem sendo realizado.”  




Fonte: www.al.ce.gov.br

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Delegado Cavalcante diz que ataques a agências bancárias é “terrorismo”



     O deputado Delegado Cavalcante (PDT) fez um alerta nesta quarta-feira (11/04), em pronunciamento na Assembleia Legislativa, sobre os ataques de criminosos a bancos do Estado. Ele classificou como terrorismo a ação de ontem no município de Pentecostes contra uma agência do Banco do Brasil.
     Um bando de 15 homens dinamitou o prédio do banco, fez reféns e metralhou uma viatura da Polícia Militar, antes de fugir. “Isso é terrorismo. estão desafiando as forças de segurança do Estado e até as forças nacionais, como o Exército Brasileiro, que tem controle do comércio de explosivos”, avaliou Cavalcante.
     Para o deputado, que é delegado da Polícia Civil do Ceará, faltam planejamento e inteligência na área de segurança do Estado.  “Isso é um absurdo e não pode ser aceito”. Ele sugeriu uma ação coordenada entre as policias. “Se reúnam e façam um diagnóstico para saber o que está acontecendo”, completou.
     “Como homem de segurança pública e profissional que trabalhou nas ruas fazendo diligências no Interior do Estado, consegui evitar diversos tipos de crimes, algumas ações criminosas de quadrilhas que agiam em nível nacional”, comparou.
     “Na nossa época, havia um planejamento, reativamos um serviço de inteligência e buscávamos parceria com a inteligência do Banco do Brasil”, disse, recordando o tempo em que atuava como delegado no Interior. Segundo o deputado, ele conseguiu prender diversas quadrilhas que atuavam em roubos a caixas eletrônicos, carro fortes e até mesmo crimes envolvendo a clonagem de cartões de crédito.
     Em aparte, o deputado Ferreira Aragão (PDT) disse que foi “testemunha dos atos de bravura” de Cavalcante enquanto delegado. O parlamentar apontou como problema a falta de segurança nas divisas dos Estados. “É necessário uma grande cruzada para criar um cinturão defensivo. Tem muito bandido que veio do Rio de Janeiro e São Paulo”, avaliou.
     Para o deputado Moésio Loiola (PSD), o ataque à agência bancária de Pentecostes “desmoralizou a Polícia”. Na visão dele, os tiros atingiram não apenas a viatura, “mas um símbolo da segurança pública”.  Ele ponderou ainda que o Governo do Estado investe o que pode na segurança pública e não se pode comparar o cenário de dez anos atrás com o de hoje, pois a criminalidade se fortaleceu.
A deputada Dra. Silvana (PMDB) também ressaltou os investimentos feitos pelo Governo na segurança, mas lembrou que os criminosos vêm se especializando. “Infelizmente o estado está correndo atrás de um crime especializado”, acentuou.
Já o deputado Leonardo Pinheiro (PSD) atribuiu parte da culpa pela violência ao Judiciário. “Homicidas não são presos porque falta juiz para decretar a prisão. As comarcas vazias tem causado prejuízo grande”, analisou.